ISSN Eletrônico: 1678-4596

 

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31/07/20

Método inovador mede o teor de clorofila nas folhas de milheto: Pesquisa na Ciência Rural

Com o objetivo de encontrar outras formas para medir a clorofila das plantas, pesquisadores da Shanxi Agricultural University, em Jinzhong, China, estabeleceram um método para detectá-la em folhas de milheto em diferentes estágios de crescimento, com base em dados hiperespectrais. Os resultados do estudo foram publicados no artigo “ Estimativa do teor de clorofila para folhas de milheto utilizando imagens hiperespectrais e uma rede neural convolucional por atenção ” no periódico Ciência Rural (vol. 50, no. 3). Métodos tradicionais de medir a clorofila consomem muito tempo de trabalho, danificam as folhas das plantas e não podem ser usados em grandes áreas. Por isso, os pesquisadores desenvolveram essa nova forma de detecção e utilizaram o método para folhas de milheto, forrageira de clima tropical que apresenta boa qualidade nutricional quando utilizada como alimento para aves, porcos e ruminantes. Os parâmetros característicos foram extraídos com base em informações espectrais e de imagem e a análise foi feita com o teor de clorofila, para seleção dos parâmetros característicos.


(Imagem: Pixabay)

Segundo o pesquisador Xiaoyan Wang, com base nos resultados da pesquisa, um dispositivo portátil de detecção de clorofila pode ser projetado e implantado em máquinas agrícolas no futuro, para monitoramento on-line do conteúdo de clorofila das plantas. Para saber mais sobre a pesquisa, leia o press release produzido Por Maria Luiza De Grandi, jornalista do periódico Ciência Rural, e Xiaoyan Wang, Shanxi Agricultural University, Jinzhong, China , clicando no link abaixo. A Ciência Rural possui uma parceria de divulgação científica com o ScieELO e, assim, publica press releases no blog SciELO em perspectiva.

Confira:
https://pressreleases.scielo.org/blog/2020/06/01/metodo-inovador-mede-o-teor-de-clorofila-nas-folhas-de-milheto/#.Xx9WR-HPxPY

Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação

 

A coloração da semente de soja influência na sua qualidade: Pesquisa na Ciência Rural

Com o objetivo de avaliar a influência da presença de sementes esverdeadas de soja em sua qualidade fisiológica, pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e da Universidade de Passo Fundo (UPF) realizaram o artigo “Sementes de soja esverdeada: efeito na qualidade fisiológica”, publicado no periódico Ciência Rural (vol. 50, no. 2). Para a pesquisa, foram usados seis lotes de sementes de soja da Cultivar com 0, 7, 8, 16 e 18% de sementes esverdeadas. Com elas, foram feitos testes de primeira contagem de germinação, condutividade elétrica, emergência em campo, envelhecimento acelerado, índice de velocidade de emergência, tetrazólio, comprimento, massa seca e curva de crescimento de plântulas.


(Imagem de Joseano Graciliano da Silva)

Depois das avaliações, foi constatado que as sementes esverdeadas apresentam menor viabilidade e vigor devido a maior deterioração, pois a clorofila não degrada e reduz a qualidade fisiológica de sementes de soja. Nas palavras do pesquisador Joseano da Silva, “se quantificado o número de sementes esverdeadas no lote e observado que mais de 9% do lote apresenta sementes esverdeadas, este deve ser descartado como sementes, ou seja, não deve ser comercializado”. Para saber mais sobre a pesquisa, leia o press release produzido por Maria Luiza De Grandi, jornalista do periódico Ciência Rural, e Joseano Graciliano da Silva, agrônomo, Universidade Federal de Pelotas , clicando no link abaixo. A Ciência Rural possui uma parceria de divulgação científica com o SciELO e, assim, publica press releases no blog SciELO em perspectiva.

Confira:
https://pressreleases.scielo.org/blog/2020/06/05/a-coloracao-da-semente-de-soja-influencia-n a-sua-qualidade/#.Xxbafp5KjIU

Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação

 

02/06/20

"Meningioma raro retrobulbar e de quiasma óptico em cão" - Pesquisa na Ciência Rural

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) realizaram uma pesquisa a partir do caso de uma cadela Dachshund, de 14 anos, que apresentava um tumor raro na região retrobulbar e no quiasma óptico. O caso chamou a atenção dos pesquisadores para possíveis tumores na região acometida, e os mesmos publicaram o artigo "Meningioma raro retrobulbar e de quiasma óptico em cão", na Ciência Rural (vol. 49, no. 7).

Ao chegar ao Hospital Veterinário Universitário (HVU), a cachorra apresentava sonolência, cabeça pressionando, andar compulsivo, e circulando para o lado direito. Os profissionais fizeram exames oftalmológicos, ultrassonográficos e neurológicos que mostraram uma lesão multifocal. A dona do animal optou pela eutanásia. Na necropsia, foi constatado que se tratava de um tumor raro, na região retrobulbar.

Para saber mais sobre a pesquisa, assista o vídeo completo: https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1588958839?fbclid=IwAR2KdSOR5O5XaRjsENAB_gh4Gq02l4MzVgVOh3ni8I6tDvhJ3E1w_wqC3j0

 

04/05/2020

CIÊNCIA RURAL TRAZ INFORMAÇÕES SOBRE O COVID-19

Em meio à pandemia do COVID-19, no Brasil e no mundo, a Ciência Rural buscou trazer informações para os seus visualizadores acerca do novo corona vírus. Assim, entramos em contato com o professor e virologista, Eduardo Furtado Flores, sobre algumas dúvidas recorrentes que a comunidade tem referentes ao Covid-19. São três vídeos dessa série e, nesse primeiro, o professor comenta sobre a manifestação e o desenvolvimento do vírus nos seres humanos.
Ele explica que a doença é respiratória e que a contaminação ocorre pela boca, nariz ou olhos. Os sintomas mais frequentes são: febre, tosse seca, e fadiga ou cansaço muscular. Eventualmente pode haver dor de garganta. Assista ao material completo nas redes sociais da Ciência Rural.

Link: https://www.facebook.com/rural.ciencia/videos/2012706228873442/

Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação

 

04/05/2020

CIÊNCIA RURAL TRAZ INFORMAÇÕES SOBRE O COVID-19 - PARTE 2

Seguindo a série de entrevistas com o professor e virologista, Eduardo Furtado Flores, sobre dúvidas recorrentes que a comunidade tem referentes ao COVID-19, conversamos sobre a virulência do vírus comparado com outros coronavírus e sobre qual a previsão de duração da pandemia.
Ele explica que nós temos mais dois ou três coronavírus que causam resfriados comuns. Porém, esse novo coronavírus, não é igual a esses outros. O COVID-19 é um vírus que provavelmente passou de morcegos para humanos e, sempre que vírus passam de uma espécie para outra, ele tende a ser mais agressivo. Quer saber mais sobre isso? Assista ao material completo nas redes sociais da Ciência Rural.

Link: https://www.facebook.com/rural.ciencia/videos/264195034616528/


Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação


04/05/2020

CIÊNCIA RURAL TRAZ INFORMAÇÕES SOBRE O COVID-19 - PARTE 3

Para finalizar a série de vídeos com o professor e virologista, Eduardo Furtado Flores, sobre dúvidas recorrentes que a comunidade tem referentes ao Covid-19, perguntamos sobre orientações para prevenir-se do Covid-19. São algumas delas: evitar aglomerações; sempre que tocar em um objeto potencialmente contaminado, fazer a higienização das mãos com álcool em gel 70% ou água e sabão e evitar levar as mãos ao rosto.
O virologista também alerta para que as pessoas fiquem atentas para onde estão buscando informações. É de extrema importância checar a veracidade e fonte das informações que estão circulando sobre o coronavírus. Segundo Eduardo Furtado, deve-se levar em conta recomendações ditas por médicos e profissionais da área, que entendem do assunto. Para saber mais, confira o vídeo completo nas redes sociais da Ciência Rural.

Link: https://www.facebook.com/rural.ciencia/videos/2380352258931098/

Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação

 

04/05/2020

EM VÍDEO, RUDI WEIBLEN EXPLICA SOBRE O PROCESSO DE SUBMISSÃO DA CIÊNCIA RURAL

Em mais uma entrevista com o editor-chefe do periódico da Ciência Rural, Rudi Weiblen, conversamos sobre como submeter artigos científicos na revista. Ele conta que é melhor que os trabalhos sejam enviados em inglês, pois isso aumenta o número de profissionais que irão avaliar o artigo.
O periódico possui um software que localiza os principais
avaliadores relacionados ao assunto do artigo ao redor do mundo. Assim, os artigos selecionados para a Ciência Rural são avaliados pelos melhores profissionais. Fala também sobre a importância da carta ao editor,título, objetivos e conclusão;

Para assistir ao material completo, acesse o link a seguir: https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1587047848

Elisa Dessbesell de Campos
Estagiária de comunicação


27/04/2020

Neste vídeo, o editor-chefe da Ciência Rural, Rudi Weiblen, conta para nós um pouco da história da revista. Ele explica o que motivou a criação da revista, que na verdade surgiu de uma atualização de um periódico que já existia na Universidade Federal de Santa Maria. Confira!

Para assistir ao material completo, acesse o link a seguir: https://ntetube.nte.ufsm.br/v/1585933537.

 

27/09/2018

Entre os dias 26 e 28 de setembro, acontece, em São Paulo, a conferência SciELO 20 anos, que abordará as principais questões conceituais, políticas, metodológicas e tecnológicas sobre o estado da arte da comunicação científica. Além disso, se discutirão as principais tendências que estão moldando o futuro da publicação científica aberta e os impactos dessas inovações para os periódicos em Acesso Aberto de hoje, em especial, os da Rede SciELO. O editor-chefe da Ciência Rural, Rudi Weiblen, está presente no evento.

Na foto (da esquerda para direita): Edemar Corazza, editor da Pesquisa Agropecuária Brasileira, Rudi Weiblen, Silvia Galetti, da revista Arquivos do Instituto Biológico e Renato Paiva, do periódico Ciência e Agrotecnologia.

 

18/09/2018

Gilson Volpato ministra curso na primeira edição do Propague: "A arte da redação científica"

Nos dias 10,11 e 12 de setembro, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Santa Maria, aconteceu o evento Propague: A Arte da Escrita Científica, com o Professor Doutor Gilson Volpato. O evento foi uma realização da Editora UFSM e teve o apoio do Centro de Ciências da Saúde e da revista Ciência Rural. Durante os três dias foram abordados questões práticas para a elaboração e publicação de textos científicos, bem como discussões sobre a educação e metodologia científica. A reportagem da Ciência Rural esteve com Gilson durante os dias de evento e disponibiliza aos nossos leitores duas entrevistas em vídeo sobre redação científica. Confira!

https://www.youtube.com/watch?v=5K5LoOprPOA&t=3s
https://www.youtube.com/watch?v=Nyg9hbrF33o

Quem é Gilson Volpato?
O palestrante Gilson Volpato possui reconhecimento nacional na área de redação científica. Formado em Biologia pela 1978, em sua carreira científica estudou fisiologia e comportamento animal e se dedicou paralelamente ao ensino da redação científica e do processo de fazer ciência. Ministrou seus primeiros cursos em 1986 e contabiliza mais 1.000 cursos no Brasil e exterior. Em 2017 se tornou cofundador e presidente do IGVEC, Instituto Gilson Volpato de Educação Científica (igvec.com), que visa difundir a mentalidade científica para todo o sistema educacional, da pré-escola à universidade, com desdobramento para toda a população.

 

 


 

 

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Ciência Rural
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