Quem és tu, deusamorna?
Porque me julgastes?
Eu só te adoro!...
Não teu todo...
Mas a todas partes.

Que prepotência tua.
Rotulastes minha ausência,
minha força,
minh’alma crua...

Por certo não sabes,
Não sentes...
Nem te cabes
O que há ou em mim atua.

Criatura insólita,
Destacada,
Difusa...
A minha ou a tua?

 

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