Módulo 2 - Hist, Comunidade e as Repr Cult da Surdez | Unidade C |

Unidade C – ESPAÇOS E TEMPOS DA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DOS SURDOS

Esta unidade expõe os movimentos surdos que se articularam em conformidade com a noção de surdez como diferença política. Além disso, discute o papel da comunidade surda na escola de surdos e problematiza o paradigma da inclusão e da acessibilidade nesse contexto. Com isso, propomos o debate sobre as implicações educacionais do deslocamento das representações sobre os sujeitos surdos a fim de subsidiar a produção de seuartigo monográfico, que concretizará suas produções ao longo deste curso.

C.1 - Escola e comunidade surda
Somente no século XX, na década de 1960, o olhar sobre os surdos começou a se deslocar da perspectiva normativa da medicina para a dos estudos etnográficos. Algumas pesquisas endossaram esse novo olhar.
   Essa nova percepção frente às comunidades surdas faz considerações valorativas à língua de sinais e compreende que os surdos têm uma cultura surda. Pode-se perceber a cultura surda como Perlin (2004, p.76) sugere:

                                    Conhece-se e compreende-se a cultura surda como uma questão
                                    de diferença, um espaço que exige posições que dão uma visão do  
                                    entre lugar, da diférence, da alteridade, da identidade. Percebe-se  
                                    que o sujeito surdo está descentrado de uma cultura e possui uma    
                                    outra cultura. 

Considerações como essa têm mudado as representações acerca da surdez e dos surdos. Em conseqüência disso, significativas mudanças vêm ocorrendo na educação dos surdos, exigindo que os professores de surdos ressignifiquem suas metodologias de trabalho e suas condições de interação lingüística com os alunos surdos. Desse modo, a educação dos surdos é atualmente esculpida sob a proposta da Educação Bilíngüe.
Tanto no contexto escolar como no seio da comunidade surda, torna-se imprescindível apontar o papel do instrutor de LIBRAS. Esse profissional poderá imprimir muita qualidade na prática educativa na escola de surdos, quando seu trabalho for bem discutido e orientado durante todo o processo de ensino-aprendizagem.
Cabe aos instrutores de LIBRAS ensinar essa língua a pais de surdos e a profissionais que trabalhem com pessoas surdas em escolas, como também a outros profissionais de instituições e empresas onde atuem profissionais surdos. Contudo, uma das dificuldades encontradas nesse campo era, e ainda é, a de que a grande maioria dos surdos adultos dominantes da LIBRAS não possuem formação acadêmica, precisando de Cursos de Extensão para poderem atuar mais adequadamente como Instrutores de LIBRAS.

Figura 4: O 4 alunos em semicírculo, professor fazendo sinais.

Os Cursos de Extensão que procuram formar instrutores de LIBRAS e que são organizados e oferecidos no Brasil paraa comunidade surda objetivam, principalmente, segundo Tânia Felipe (2000, p. 40):
- capacitar surdos que já atuam como Instrutores de LIBRAS para serem Agentes Multiplicadores;
- instrumentalizar os atuais instrutores de LIBRAS com um material didático que sirva de subsídio para as suas aulas.
Tornam-se imperiosos alguns aspectos que são determinantes para a profissão de educadores surdos como: conhecer a História da surdez e dos surdos, conhecer a história das comunidades, das culturas surdas, a representação nas narrativas surdas, os movimento surdos, etc; buscar conhecimentos sobre relações históricas entre educação e escolarização; conhecer a organização política, lingüística e social das comunidades surdas.
Além do profissional Instrutor de LIBRAS (que deve ser, preferencialmente, uma pessoa surda), sabemos que é de fundamental importância para o surdo o Intérprete de LIBRAS (que, por outro lado, deve ser uma pessoa ouvinte). Os primeiros intérpretes de LIBRAS surgiram a partir da necessidade de comunicação entre um ouvinte e um surdo, relação essa decorrente tanto de laços familiares como da convivência social com amigos da escola, das relações com colegas de trabalho, do convívio na igreja ou ainda de outras trocas interpessoais que os surdos porventura conseguiam ter em suas escassas experiências comunicativas em LIBRAS. Até a década de 80, não se tem muitos registros sobre a profissão de intérprete de LIBRAS no Brasil.
A Federação Nacional de Educação e Integração do Surdo(FENEIS) deu apoio para que a profissão de intérprete de LIBRAS, a partir de 1987, tivesse o reconhecimento necessário e tratou das questões relativas a esse exercício com mais rigor. Assim, destacou aspectos que na época eram decisivos para uma prática de interpretação de qualidade, como, por exemplo: o vestuário que deve ser usado e a postura do intérprete, a formação teórica e prática do profissional, os aspectos relativos à profissionalização e à organização da categoria, como também a sua postura ética.

Figura 5: Intérprete traduzindo uma palestra.

Hoje a profissão de intérprete ainda está em processo de reconhecimento; porém, em determinadas regiões do Brasil, muitos avanços estão ocorrendo. Assim, as perspectivas de a organização dessa categoria profissional instituir-se e oficializar-se é eminente diante da regulamentação da LIBRAS, bem como do decreto que propõe que, para ingressar nos cursos de Intérprete em LIBRAS, o candidato deve ser aprovado numa seleção de proficiência nessa língua. 
Um grande desafio que podemos destacar para os intérpretes é a necessidade de estarem permanentemente estudando, pesquisando sobre diversos aspectos - sobre a LIBRAS e a prática da interpretação - sem perderem de vista que o intérprete também tem a função de agente de identidade social.
Maria Denise Duarte Coutinho (2000, p. 79) comenta que algumas dimensões fazem parte do trabalho do intérprete, as quais devem aqui ser destacadas:

  • Dimensão estrutural: a interpretação é um ato de comunicação que deve seguir regras;
  • Dimensão intercultural: a interpretação é um ato de comunicação que permite intercâmbio cultural entre dois grupos;
  • Dimensão intersubjetiva: a interpretação é um ato de comunicação que intervém na relação entre as pessoas;
  • Dimensão técnica: a interpretação é um ato de comunicação que dispõe de certos meios de difusão num contexto preciso.

 

Aspectos como esses compõem elementos inerentes à profissão de intérprete e imprimem qualidade ao processo da interpretação quando conhecidos e vividos pelos intérpretes.

C.2 - Movimentos Surdos - Alternativas Metodológicas
Instituiu-se um novo perfil com relação ao surdo, o qual Skliar (1997, p. 85) afirma ser: “una visión del sordo como ser sociolingüístico diferente que lleva a una nueva concepción filosófica y que, obviamente, deriva en pensar alternativas pedagógicas distintas”. Essa representação ultrapassa as noções do tempo e vem se construindo socialmente, em diferentes momentos da história, o que suscita pensar num movimento político-cultural que os surdos moldaram ao longo dos tempos.
Pensar nas comunidades surdas hoje significa, de acordo com Wilson de Oliveira Miranda (2001, p. 22), ter em conta a representação das diferenças culturais, históricas e de identidade. As representações de diferença que se engendram no seio da comunidade surda encontram raízes na experiência visual, a partir da língua, das estratégias de interação sócio-cultural e das representações de mundo surdo e de mundo ouvinte.
A respeito da formação de comunidades, Botelho (1998, p.79) ressalta:

                                    As pessoas tendem a se reunir com seus iguais de idade, classe
                                    econômica, nível de escolaridade, etc., sendo a convivência um fator
                                    que dita a coesão a determinado grupo, constituindo-o como
                                    endogrupo.Não há necessidade de voltar-se para exogrupos a fim de                                     buscar companhia.
                                    No caso do surdo, a necessidade de contato com o exogrupo, carac-                                     terizado nesse contexto, como o grupo de ouvintes, parece ser menor                                     ainda, devido a razões lingüísticas, ou seja, é mais confortável estar
                                    entre aqueles que falam uma língua que podem utilizar com total                                     desembaraço: a língua de sinais.

Góes (1996, p.45) cita os estudos de Lachange (1993), alegando que:

                                    A definição de membro da comunidade surda difere daquela suposta
                                    pelos ouvintes. Para estes, o surdo é caracterizado pelo grau de perda                                     auditiva.Nas comunidades de surdos, os critérios são sociais e não                                     fisiológicos; não se apóiam na questão audiométrica.

Entretanto, convém ressaltar que as comunidades de surdos não são consideradas apenas espaços de lazer, entretenimento, práticas de esportes... A comunidade surda é, sobretudo, um espaço de articulação política na busca pelo reconhecimento da surdez como diferença.
Partindo desse pressuposto, Skliar (1999, p.23) declara que: "a surdez não é uma questão de audiologia senão de epistemologia. É nesse sentido que a surdez, os surdos, podem ser vistos como criando uma diferença política.” Assim sendo, alguns aspectos como a política educacional para os surdos, a arte e a cultura surdas, a saúde e a comunidade surdas e a estratégias facilitadoras e condizentes com as necessidades dos surdos quanto à acessibilidade ao conhecimento fazem parte das reivindicações das comunidades surdas.

Figura 6: Surdos em frente a prédio público segurando faixas "escola para surdos" "intérprete de LIBRAS"

Em relação a alternativas metodológicas, podemos destacar que a aprendizagem do português como segunda língua para os surdos impõe-se como condição indispensável para o letramento desses sujeitos. Essa aprendizagem congrega um conjunto de funções lingüístico-cognitivas que a pessoa surda deve desenvolver, para as quais a língua de sinais serve como base. Entretanto, devemos priorizar a aprendizagem do português como segunda língua, na modalidade escrita, pretendendo, com essa competência, proporcionar ao surdo a sua inclusão na sociedade.
   Na escola de surdos, aspectos como currículo, identidade surda, cultura, docentes surdos, intérpretes, recursos didático-pedagógicos valorativos da experiência visual e aprendizagem do português na modalidade escrita tornaram-se determinantes. Mais do que isso, tornou-se também fundamental a aprendizagem da escrita da língua de sinais – a chamada SIGNWRITING.
Em relação a esse tema, podemos dizer que, devido aos avanços referentes aos estudos da lingüística geral, da psicologia e da sociolingüística, as pesquisas sobre a aprendizagem da segunda língua ganham hoje um espaço importante. Peterson (1998, p. 30) afirma que “a aquisição da segunda língua é um fenômeno bastante complexo. Não é um fenômeno uniforme, nem prognosticável, nem há uma única maneira pela qual os aprendizes adquirem esse conhecimento.” Portanto, encontramos hoje uma multiplicidade de teorias, de modelos e princípios que pretendem explicar vários aspectos a respeito de como o aluno desenvolve o conhecimento de uma segunda língua.
A partir do paradigma sociointeracionista, D. Hymes (apud ASSIS-PETERSON, 1998, p.31) afirma que “os aprendizes aprendem, numa comunidade de fala, não apenas uma competência gramatical, mas também uma competência comunicativa, ou seja, adquirem regras sócio-culturais da fala”. Percebe-se, assim, que essa corrente procura explorar o conhecimento lingüístico aliado às funções sociais, definindo o conhecimento como sendo construído por todas as partes envolvidas no processo de ensino/aprendizagem. Nessa visão, portanto, a atenção recai tanto nos professores quanto nos alunos, ao interagirem em um mesmo contexto, ou seja, na sala de aula.
Devemos priorizar a cultura surda enquanto base do currículo de uma escola de surdos. Nesse sentido, os surdos têm destacado a necessidade de lhes serem propostas discussões, exposições e apresentações de diversos aspectos do conhecimento, enfatizando o despertar pelo legado cultural dos artistas surdos, incentivando assim os educandos surdos a uma criação artística própria.
É essencial respeitar a condição de experiência visual desta comunidade, o que implica considerar a expressão corporal e a facial como meios de manifestação artística. Além disso, é preciso, no trabalho artístico com o surdo, ter cuidado para selecionar materiais que não sejam destituídos de significado para esses sujeitos.
Quanto à valorização e ao desenvolvimento da arte surda, em que permeiam variadas manifestações artísticas, podem ser citadas diferentes ações tais como o Teatro Brasileiro de Surdos (TBS) e o Instituto Nacional de Educação de Surdos (INES).

C.3 - Inclusão e educação de surdos
Procuramos abordar neste trabalho a inclusão numa perspectiva de acessibilidade, comprometida com uma experiência visual, provendo o acesso das comunidades surdas a mídias educacionais, ao entretenimento e à cultura.
A partir disso, entendemos que são necessários projetos mais expressivos, com o intuito de contemplar o acesso do surdo ao conhecimento por meio de mídias legendadas. No Brasil, alguns canais de comunicação apresentam programas legendados através do Closed Caption. Alguns filmes já estão sendo disponibilizados nesse sistema, porém ainda é uma iniciativa limitada a algumas regiões do país.
Os manifestos das comunidades surdas têm enfatizado a disponibilização de mídias para os surdos, tais como:

  • A implementação de programas de TV semanais na TVE que sejam apresentados por surdos em língua de sinais e que façam uma resenha das principais ocorrências e notícias das comunidades tanto ouvintes como surdas;
  • A inserção do cidadão surdo em propagandas de TV;
  • O incentivo a empresas de publicidade para desenvolverem propagandas dirigidas aos surdos.

Na perspectiva de apropriação da cultura, entendemos que a literatura em língua de sinais constitui-se como um instrumento potencial para a inclusão. A literatura infantil, além de enriquecer a imaginação, oferece condições de desenvolvimento das primeiras relações sociais da criança, as quais irão se constituir em práticas de letramento.
Em nosso entendimento, o letramento está intrinsecamente relacionado com nossas práticas sociais. Nessa direção, percebemos o quanto se faz importante o acesso das crianças desde cedo à leitura. Porém, sabemos que as comunidades surdas ficam à margem desses recursos de apropriação da cultura.
A partir de um estudo aprofundado no âmbito da literatura infantil do Brasil, pudemos apontar a escassez do tema da surdez e a ausência de personagens surdos nos enredos. Até bem pouco tempo, os livros que mencionavam o tema da surdez representavam os surdos como doentes. Além disso, são poucas as publicações literárias em língua de sinais no Brasil.

Figura 7: Livro escrito em sign writing.

 

No Curso de Educação Especial da Universidade Federal de Santa Maria, desenvolvemos o Projeto Mão Livre, que pesquisa sobre a produção de narrativas folclóricas em LIBRAS. Faz-se necessário, portanto, construirmos representações dos surdos como um grupo cultural que troca, compartilha e constitui-se numa experiência visual, efetivada no uso de uma língua particular, e não mais como uma categoria de sujeitos deficientes. Assim, esta disciplina propõe a desestabilização das representações, no sentido de vislumbrarmos as condições culturais de produção e circulação dos discursos sobre a surdez e os surdos.

 

Atividade da Unidade C:
Para encerrar esta unidade, bem como a disciplina, solicitamos a elaboração de uma resenha. Para a realização desse trabalho, sugerimos a leitura do artigo “A Cultura Surda e os Intérpretes de Língua de Sinais”, de Gládis Perlin, que poderá ser encontrado no endereço. http://143.106.58.55/revista/viewissue.php?id=8.
Disponibilize na Biblioteca o trabalho elaborado.

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