DO LEITOR. Dúvidas sobre transporte gratuito que a UFSM vai implantar. A principal: de onde sairá o troco?

Blog Claudemir Pereira, 01/08/2014

UFSM anunciou a benesse. Mas até agora não disse como ele será pago (foto Feicebuqui)

UFSM anunciou a benesse. Mas até agora não disse como ele será pago (foto Feicebuqui)

Este editor já fez uma série de perguntas, no programa “Sala de Debate”, na rádio Antena 1. Afinal, a UFSM anunciou que a partir do dia 11 implanta o transporte gratuito intercampi, como você leu em nota PUBLICADAna tarde de terça-feira, com o título “DE GRAÇA. UFSM fará transporte (“intercampi”) de alunos, docentes e técnicos. Anúncio foi no Feicebuqui”.

Aliás, na própria informação, dada pela página do Gabinete do Reitor no Feicebuqui (AQUI), afora mais de 100 compartilhamentos e 200 e tantas “curtidas”, há um punhado de comentários, praticamente todos laudatórios e nenhum verdadeiramente interrogativo. Porém, como disse um ianque conhecido, “não existe almoço grátis”.

Bueno, este escriba ainda não viu nenhuma explicação acerca de onde sairá o troco para bancar isso tudo. Imagina que deva ser do orçamento em vigor na Universidade, mas de qual rubrica? Enquanto a UFSM não se manifesta, o editor pelo menos desde quarta-feira já não se sente tão sozinho no questionamento. Que, diga-se, não é pegadinha, mas apenas a busca da informação.

Pois na quarta, no sítio, um leitor, professor João Rodolpho Amaral Flôres, fez comentário em que procura também respostas. Se você não o leu lá, ei-lo aqui. Quem sabe alguém consegue responder. A seguir:

Questões a pensar:

1) O que diz a legislação sobre esta decisão da UFSM, no que tange ao transporte intermunicipal. É possível a manutenção de rotas regulares por instituições estatais, independente de licitação?

2) Transporte de servidores de F. Westphalen até S. Maria pode ser subsidiado, quando estes têm direito ao Vale Transporte?

3) Estão previstos os recursos orçamentários para aquisição de veículos, manutenção, impostos, seguros e pagamento de diárias aos servidores motoristas ao longo de algo como mais de 50 semanas anuais, por decisão do CONSU?

A ideia já fora apresentada pelos estudantes nas greves de 2011 e 2012, mas pelo que lembro existem certos óbices legais para implementação.

(João Rodolpho Amaral Flôres)”

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