DIREITO. O Brasil tem 1,2 mil cursos. O Rio Grande tem 3 entre os 50 melhores. Um deles é o da UFSM

BLOG Claudemir Perereira, 29/04/2013

Para começar: os dados a seguir têm como origem o chamado Exame da Ordem (dos Advogados do Brasil), sem o qual ninguém pode advogar. Mais: da imensidão de cursos de Direito do país, looonge, os mais qualificados, conforme esses mesmos números, são os mantidos por instituições públicas.

E aí, os números: dos 50 melhores, 47 são públicos. Dessa meia centena, apenas três estão no Rio Grande do Sul. E um deles, dá pra se orgulhar, é o da UFSM – que está em 39º lugar. Os demais são os da UFRGS (13°) e da UFPel (em 41°). Quer saber mais, inclusive com um link para saber quais são e em que posição se encontram os 50 melhores? Confira o material produzido pelo sítio especializado Consultor Jurídico. A seguir:

Públicas têm melhor desempenho no exame da OAB

Universidades públicas tiveram melhor desempenho nos índices de aprovação no Exame da Ordem Unificado. De acordo com dados apresentados pela Ordem dos Advogados do Brasil, das 50 melhores instituições apenas três são particulares. O ranking foi elaborado levando em consideração a proporção entre número de inscritos e números de aprovados. Foram avaliadas todas as instituições (públicas e privadas) que tiveram inscritos pelo menos 20 candidatos cada uma.

A Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, foi a instituição de ensino superior público que obteve o melhor desempenho, com 76% de aprovação. Em seguida, figuram entre os melhores desempenhos entre as instituições de ensino público, a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade do Estado da Bahia (UNEB), com 75,28% e 69,57% de aprovação, respectivamente.

As únicas particulares entre as 50 são a Faculdade Baiana de Direito e Gestão (26ª), Faculdades Integradas de Vitória (42ª) e Universidade Salvador (48ª). Em todo o país, dos 114.763 candidatos que prestaram a prova desde à etapa inicial, apenas 11.820  foram aprovados. O resultado não inclui os examinandos de Direito Constitucional, que tiveram suas provas recorrigidas.

De acordo com reportagem do jornal Estado de Minas, o resultado não surpreendeu o coordenador nacional do exame, Leonardo Avelino. Segundo ele, historicamente, as universidades que mais aprovam são as que exigem mais dos alunos para o ingresso, e não necessariamente as que têm o melhor ensino jurídico. Ele afirmou ainda que…”

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