Do impresso aos bytes: a evolução das revistas para o mundo digital

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Na imprensa, a revista existe desde o século XVII. Seu berço foi a Alemanha, país de origem do criador de tipos móveis Johannes Gutemberg. A primeira revista mundialmente conhecida é a Erbauliche Monaths-Unterredungen, de 1663, século XVII. Apesar de conter características de um livro, a concepção foi considerada uma revista por conta dos artigos publicados sobre teologia, além de ter um público específico e periodicidade regular. No Brasil, as primeiras revistas chegaram em meados do século XIX, junto com a corte portuguesa, enquanto a primeira produção brasileira foi lançada somente em 1812.

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Em mídia, a revista é uma integrante nobre. Tem características diferenciadas do jornal diário. Menores, papel especial em sua maioria. São segmentadas a um público mais específico e com peridiocidade menor. Sua evolução foi mais lenta que o jornal, mas ela sempre absorveu as novas tecnologias como fotografia, métodos de impressão e recursos gráficos.

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Esta evolução é uma questão de mercado, já que o meio impresso divide espaço para  outros meios de comunicação como a internet e suas várias opções. O cenário atual das revistas é marcado por uma transformação, além de apresentar conteúdo em sua forma original, em folhas de papel, podemos encontrar revistas em meio digital, pensadas e elaboradas para tablets, smartphones, computadores e outros leitores que permitam sua transmidiação, ou seja, oferecer o que está no impresso de uma forma diferenciada.

Os recursos disponibilizados por estes equipamentos permitem interação e dão suporte para a construção de uma revista diferenciada, composta não somente por imagens e texto, mas também por vídeos, músicas e inúmeras possibilidades criativas que o meio digital proporciona. E esses equipamentos estão sempre sendo modificados.  Ao longo dos anos eles foram surgindo sempre com algumas novidades.

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O panorama atual é animador. Cada vez mais as empresas editoriais e webjornalismo produzem material antes dedicado somente ao meio impr
esso no meio digital. Graças aos dispositivos tecnológicos inovadores, podemos acessar inúmeras revistas digitais a partir de um único aparelho. Mas esse conteúdo precisa ser adaptado. Não basta copiar e colar. É importante explorar ao máximo as potencialidades interativas e audiovisuais das revistas, utilizando as seguintes características

 

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Mesmo que tenham
muitas características em comum, revistas digitais e impressas não são tão diferentes assim. Uma vez que, ambas costumam ter em suas equipes profissionais de capacitações semelhantes, temática específica e público bem definido. O que leitores e editores precisam entender é que a maior diferença entre os dois é o meio. A tecnologia precisa ser entendida e explorada da melhor maneira possível para que as revistas sejam cada vez mais atrativas e funcionais.

A equipe da Revista Lappe levou um equipamento de leitura de revistas digitais pelo campus da UFSM. Alguns dos entrevistados tiveram sua primeira experiência com as revistas digitais e eles relataram as suas impressões.

Texto e imagens: Luciana Minuzzi, Leandro Arnaldo, Mariana Fantinel, Carolina Ribeiro Pagliarini, Rogério Gomez de Oliveira, Gabrielle Adolfo e Leandro Mörschbächer.

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